sábado, 29 de setembro de 2012

Jovens, Mulheres virtuosas!!!Sabem esperar

Namoro é tempo de conhecimento. Tocar nas diferenças. Nesse processo é fundamental ser sempre verdadeiro, sincero, transparente. Permitir que o outro conheça as nossas virtudes e fraquezas é sinal de maturidade. Mesmo que isso signifique motivo de desentendimentos e brigas. Amar é também aceitar. 

Mas como evitar os conflitos?

Como conhecer para crescer?
 
É ótimo tocar nas reações um do outro. Discordar, pensar diferente. Mostra a profundidade do relacionamento. Se você ainda não toca nisso, saia da superfície! Mergulhe! Pare de fingir ser outra pessoa! Pare de “fazer de conta”que está tudo bem, só para não desagradar o outro!!! Ou por medo de perder quem ama. Cedo ou tarde, a verdade virá à luz!
“Não tenha medo de perder. Agente só perde aquilo que não tem”
Depois revelar-se mutuamente, e tocar na verdade do outro, pode-se chegaras brigas e discussões. Mas o que fazer então se é preciso viver a situação!?Esconder... Guardar em si??? Não dá!!! Mas se falar é motivo de briga, o que devo fazer???
Procure trabalhar dentro de você que brigar por brigar não resolve nada.Essa história de “pode vir quente que eu estou fervendo” nunca dá certo. Pelo contrário, só piora as coisas! Se for assim, vai ter briga mesmo!! Se formos olhar o significado da palavra brigar, vamos ver: lutar, provocar confusão, “um contra o outro”!!! O que não é a finalidade do namoro.
Busquemos resolver e enfrentar as situações. Exercite levar a paz.Escolha as palavras certas. Não saia falando a primeira coisa que vier na suacabeça. Espere o momento certo, a palavra mais adequada. E você que recebe a bronca, e ainda não consegue se controlar, procure contar até dez.Fale que esta nervoso (a), e que prefere conversar depois. Esfrie a cabeça.Coloque as ideias no lugar. Ore
“Quando um não quer dois não brigam.”
Busque viver a verdade com caridade. Se o outro errou, tenha certeza, não foi de propósito. Não foi pra te ferir. Ele(a) é ser humano(a) como você! Amar é 
aprender a aceitar o outro do jeito que é, e não querer que seja do jeito que quero.




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