segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Casados porém solitários

Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho: se um cair, o outro levanta o seu companheiro. Mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá quem o levante. Também se dois dormirem juntos, eles se aquentarão. Mas um só como se aquentará? Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão. O cordão de três dobras não se quebra tão depressa' (Eclesiastes 4: 9-12).

O texto que abre a nossa reflexão foi escrito por Salomão, filho do rei Davi, e que foi considerado o homem mais sábio de todos os tempos. A passagem serve-nos de exemplo, quando vemos Salomão nos falar de um relacionamento consistente entre duas pessoas, com alvos e propósitos definidos. Mas quando olho para o texto me pergunto: por que ele não é realidade na vida de muitos casais? O que estamos presenciando em nossos dias é, infelizmente, o oposto dessas palavras proferidas por Salomão.

Veja bem que o texto eclesiástico mostra ao homem a importância que tem o casamento em sua vida: “melhor é serem dois do que um”. O valor do matrimônio e a constituição de uma nova família estão expressos em todas as letras e devem ser o alvo primeiro de todo cristão. E por quê? Porque juntos resistirão aos dias maus, às gigantescas ondas que se alevantam, às tempestades horrendas e à solidão. Porém é impressionante como, mesmo depois de casados, muitos casais vivem solitários dentro de um mesmo universo e passam, individualmente, a querer lutar contra os obstáculos do dia-a-dia e a buscar os seus próprios interesses.

As casas de muitos casais se tornaram como as grandes metrópoles brasileiras: povoadas, porém, focos de grande solidão. São pessoas que vivem debaixo do mesmo teto, fazem as suas refeições juntas, dormem lado a lado na mesma cama, fazem sexo quase que diariamente, caminham de mãos dadas, entretanto, mantêm uma distância emocional, espiritual e íntima enormes. Conversam, mas não se comunicam. Moram juntas, mas ainda não constituíram o verdadeiro lar. E esse paradoxo tem refletido negativamente na vida de muitos solteiros, que dizem: “se muitos casados vivem solitários, então é melhor me sentir solitário sozinho”. Alguém já escreveu que a pior solidão é a que se manifesta entre duas pessoas.

Creio, como conselheiro familiar, que o casamento foi o antídoto criado por DEUS para combater a solidão: “Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma adjutora que lhe corresponda” (Gênesis 2:18). O objetivo de DEUS, como vimos, é não tornar o homem solitário. Então vamos aqui levantar alguns fatores porque isso acontece em muitos casamentos hoje em dia e, também, “receitar alguns remédios” para combater esse vírus, que tem destruído casamentos.

1) Idéia errada de casamento – muitas pessoas nutrem o desejo de se casar, crendo, infelizmente, que o casamento é uma etapa da vida isenta de tribulações e dificuldades. Quando eu era menor ouvia muito dizer que “casar é viver um mar de rosas”. Essa ideia equivocada de casamento é frustrada quando fortes obstáculos surgem na vida do casal, o qual, por não ter construído antes uma base conceitual real do matrimônio, logo deseja “pendurar as chuteiras”. Observe o versículo: “as muitas águas não poderiam apagar esse amor nem os rios afogá-lo (...)” (Cantares 8:7). “Não poderiam...”, ou seja, podem, sim, abalar o amor. A responsável por oferecer essa base aos jovens namorados e noivos é a própria igreja, o ministério de família. Mas, infelizmente, em muitas denominações o tema família está em segundo e terceiro planos, ofuscando a importância do tema para a vida espiritual do cristão. Casamento, consciente das dificuldades e do interesse de um ajudar o outro, é maravilhoso; mas não é um mar de rosas. Os noivos precisam ser bem preparados com relação ao que vão enfrentar adiante; antes de tomarem uma decisão que será única em suas vidas. Precisam saber, por exemplo, que casamento não é apenas energia sexual depositada e que só a morte pode destituí-lo. Muitos querem se casar achando que, se não der certo, poderão buscar o caminho da separação e do divórcio como alternativa, e se casarem de novo com outra pessoa. Um casamento pressupõe agora compromisso com as coisas do mundo. Por essa razão, o apóstolo Paulo escreveu: “de sorte que o que a dá em casamento faz bem, mas o que não a dá em casamento faz melhor ainda” (1 Coríntios 7:38). Costumo dizer que o casamento é a fase da vida mais bombardeada pelo diabo. Destruir as famílias é a meta primeira do inimigo de nossas almas. Quando ele quebra o alicerce familiar, toda uma estrutura vem abaixo, afetando pais, filhos, sociedade, igreja e gerações. Certa vez ao participar de um noivado, eu perguntei aos noivos: “hoje a referência espiritual que um tem do outro é a melhor possível. Mas os dois estão preparados para, por exemplo, suportarem a infidelidade conjugal durante o casamento?” Eu não quis levar uma ideia pessimista do matrimônio. Ao contrário, meu objetivo foi despertá-los para uma possível realidade.

2) O casal desconhece o papel de cada um no contexto familiar – como disse anteriormente, depois de casados, e depois da lua-de-mel, e depois dos primeiros meses, aí vem a realidade de uma maneira mais clara e decisiva sob as vistas, meio frustradas, do homem e da mulher. Cada qual procura resolver do seu jeito os problemas que vão surgindo. Algumas vezes até conseguem. Na maioria, entretanto, esses problemas vão se tornando uma “bola de neve” e se juntando a outros grandes problemas. As responsabilidades na vida do marido e da esposa se misturam. Um termina, inconscientemente, assumindo o papel do outro. E para não querer apresentar à igreja uma imagem de derrotados; de que o casamento fracassou, simplesmente se isolam em suas torres de marfim. São casados; são felizes, apenas na aparência. É uma vida de casados de hipocrisia, que, com certeza, não conseguirá ir muito longe. A Bíblia diz claramente que a esposa é a ajudadora do marido, e que este é o cabeça do lar, aquele que responde sabiamente pelas decisões finais. DEUS não casa pessoas e os entrega ao relento. DEUS é Pai zeloso: une e mostra todos os caminhos para a felicidade. Durante o casamento as duas principais ordenanças de DEUS são rompidas: a mulher em ser submissa ao seu marido; e o marido em amar a esposa como Cristo amou a sua igreja. Quebradas essas ordenanças, o casal parece não mais falar a mesma língua, vivem como adversários ou inimigos dentro de uma casa. Recordo-me de uma esposa que tudo que ia fazer em prol do casal perguntava ao marido antes se podia fazer. Ele, por outro lado, tratava-a como princesa. Essa união passou a ser referência na sociedade e se refletiu nos casamentos dos filhos. Cada qual se espelhou em seus pais, sabia bem o que deveria fazer, as responsabilidades de um e de outro, o respeito à Palavra de DEUS. O contrário dessa família também é verdade. Pais que não leem e não cumprem os conselhos de DEUS provavelmente sucumbirão ao fracasso e constituirão gerações também fracassadas.

3) A dificuldade de conviver com as necessidades do outro – cada pessoa possui necessidades emocionais, pessoais (profissionais, sexuais etc.) e espirituais. Mas DEUS planejou para que todas essas necessidades fossem supridas dentro de um contexto familiar. Quando um casal resolve se casar, dificilmente, pensa nas necessidades um do outro, ainda menos, em como supri-las, resultando numa infidelidade. Então, surge, na história do casal, uma “terceira pessoa”, que não necessariamente é um homem ou uma mulher, mas a busca incessante por um projeto pessoal, uma carreira, um sonho etc. Ambos começam a lutar pelos seus sonhos de maneira individual, egoísta, e se afastam imperceptivelmente do sentido da unidade familiar. Muitos dos casos que tenho recebido em palestras e em atendimentos se referem à área sexual. Mas também já vi até filhos se tornarem o motivo desse distanciamento. Alguns vínculos precisam ser construídos durante o casamento: vínculo do respeito, da confiança, do amor e da intimidade. Se algum desses vínculos foi quebrado, precisa urgentemente ser refeito. Não é verdade que, quando se quebra uma vez o vínculo da confiança, é impossível tê-lo outra vez. Com um pouco de esforço, interesse e determinação, é possível, sim, confiar outra vez. A humildade é o ponto de partida disso. Se você ainda tem a possibilidade de refazer os vínculos com o seu cônjuge, não perca mais tempo. Chame-o para uma conversa, seja amável, humilde, diga que está disposta ou disposto em construir uma nova história, deixando as coisas erradas do passado para trás, antes que os problemas se tornem maiores e resultem em uma separação.

Bem, levantei apenas alguns fatores. Vejamos agora alguns conselhos:
1) Nunca perca o sentido da unidade familiar. Embora seja natural que cada um tenha os seus próprios sonhos, mas estes não podem ser um fator desagregador do casal. Eles devem ser partilhados e correspondidos mutuamente;

2)O casal deve participar sempre que puder de congressos e encontros destinados à família. É uma maneira de reciclar, de inovar. A leitura de bons livros da área também ajuda bastante. Deve também passear, viajar, estar juntos em outras circunstâncias.

3)Pense que sempre há solução para os problemas. Algumas vezes as dificuldades se tornam eternas porque não sabemos como lidar com elas. Então, aqui, deixo como alternativas o diálogo, a cumplicidade, a dedicação, a paciência, a amizade e, enfim, o maior de todos, o verdadeiro Amor.

Muitas pessoas dizem que a família é a prioridade maior de suas vidas, mas quando olho para as suas agendas, vejo o quanto isso não é verdade. Há tempo e espaço para tudo, menos para o essencial. Muitos estão correndo atrás do sucesso financeiro e estão com sua família à beira do abismo. A vida familiar tornou-se uma rotina; e DEUS Aquele a quem se busca esporadicamente nos cultos aos domingos, quando se vai. É por isso que o maior companheiro não é o outro, mas a solidão. Sem DEUS o casal não pode chegar a lugar algum. Daí a razão de, no texto de abertura de nosso estudo, o autor falar em um cordão de três dobras, ou seja, a presença de JESUS na vida do casal. A terceira dobra é JESUS solidificando a relação a três. Onde JESUS está não há cordão que se arrebente nem lar que viva em solidão. Ainda que o casal tenha toda a instrução da ciência; dos homens; sem JESUS de nada adianta. Veja o que escreveu o apóstolo Paulo: “Agora permanecem estes três: a fé, a esperança e o amor, mas o maior destes é o amor” (1 Coríntios 13:13). Que DEUS nos abençoe!  




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Paõ Caseiro nota 10


Pão caseiro nota 10
 Enfie o dedo no pão em descanso até ele ficar todo coberto de massa e retire-o. Se após dois minutos o buraco permanecer, a massa já cresceu.
Coloque a quantidade exata de sal indicada na receita. Em excesso, o fermento não agirá. Se colocar pouco sal, o pão ficará ressecado e sem sabor.


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Feijão Maravilha


Feijão maravilha
Para engrossar o caldo, retire uma concha do feijão cozido e amasse os grãos. Retorne à panela e deixe no fogo por mais alguns minutos.
Quer que ele cozinhe rapidamente, mantendo a cor e a textura? Então ferva os grãos por cinco minutos em água abundante, troque a água e termine o cozimento.
 Acrescente o sal apenas no fim, para ele ficar macio.

BOM APETITE



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Bolo fofo a qualquer hora



Verifique se você tem todos os ingredientes, acenda o forno e unte a forma. O bolo cresce melhor se assado logo após o preparo da massa. Use os ingredientes em temperatura ambiente, nunca gelados.
Bata as claras até que fiquem firmes, mas não passe do ponto, pois a massa pode ressecar.
Se a receita pedir para alternar ingredientes secos e líquidos, comece e acabe pela farinha.
Não guarde o fermento na geladeira, porque mudanças de temperatura tendem a alterar seu sabor e textura. Para verificar se ele está bom, coloque um pouquinho de fermento em um copo de água em temperatura ambiente. Se o pó borbulhar como um efervescente, significa que ainda pode ser usado.



. Bolos de chocolate ganham um tom avermelhado se você acrescentar uma pitada de bicarbonato de sódio durante o preparo.


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Arroz soltinho





Quantas vezes você já sentiu vontade de saborear uma comidinha caseira, mas acabou desistindo de prepará-la por medo de errar? Está na hora de deixar esse receio de lado e arriscar. Se o prato não ficar exatamente como você queria, não desista! Releia a receita, encontre o erro e tente novamente - de preferência quando não estiver com pressa. Como tudo na vida.
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Arroz mais soltinho
1. Use água quente no preparo, pois a fria retarda o cozimento.
2. Adicione algumas gotas de suco de limão para que o arroz fique leve e solto.
3. O tipo agulhinha pede duas partes de água para cada parte de arroz.
4. Para que a água não transborde da panela, adicione um pedacinho de manteiga ao cozimento.

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Varios tipos de dores de cabeça

Confira algumas características dos principais tipos de dor de cabeça. É importante lembrar, no entanto, que só o médico pode fazer um diagnóstico completo:






Tensional episódica:

O mais comum. É causado por falta de sono, estresse e cansaço ou por algum acidente que afete a musculatura do pescoço. Durante as crises, desde que nunca mais de duas vezes por semana, podem ser usados analgésicos associados ou não à cafeína, substância que, além de aumentar a velocidade de absorção do remédio, também funciona como analgésico no cérebro.

Em momentos de crise, geralmente provoca os seguintes sintomas:

  • A dor se parece com um peso, pressão ou aperto, como se houvesse uma faixa ou capacete apertado em volta da cabeça; 
  • Normalmente a dor é localizada na testa e/ou na nuca e topo da cabeça; 
  • Tem intensidade leve a moderada ou moderada, não impedindo as atividades rotineiras diárias; 
  • Não raro a dor melhora com atividade física ou relaxamento; 
  • Na maioria dos casos, não há sintomas associados e alguns pacientes podem se queixar de intolerância, durante a dor, a ruídos mais intensos (fonofobia); 
  • A dor pode durar de horas a até 7 dias; 
  • A freqüência pode variar muito. Há pacientes que têm dor menos de uma vez por mês, enquanto outros, mais de 15 dias em cada 30 (forma crônica).

    Cefaléia em salvas:
    Não tão comum como as dores de cabeça primárias, é caracterizada por crises de forte intensidade, em que a sensação de dor se assemelha à de levar "facadas". Segundo especialistas, as causas dessa dor ainda são desconhecidas, mas parece haver uma disfunção em um núcleo de uma importante estrutura cerebral chamada hipotálamo. Para essas dores, que atingem mais os homens, o remédio analgésico não só não faz o efeito esperado, como cria uma espécie de efeito rebote: acostuma o cérebro a não produzir a endorfina, um analgésico natural, o que aumenta a dor.
    Em momentos de crise, geralmente provoca os seguintes sintomas:
  • A dor é de um lado só e sempre do mesmo lado da cabeça;
  • Surge em volta do olho, podendo também ser na testa, têmpora e rosto;
  • Tem grande intensidade e é latejante;
  • Dura de 15 minutos a 3 horas e aparece em dias seguidos ou alternados;
  • Ocorre com freqüência de entre 1 a 8 vezes por dia, sempre em horas semelhantes. Normalmente, acorda a pessoa no meio da noite, fazendo-a pular da cama antes de totalmente acordada, tal a sua intensidade;
  • Geralmente é associada com vermelhidão no olho, lacrimejamento e entupimento nasal (às vezes com corrimento) do mesmo lado da dor;
  • As crises de dor em geral duram de 2 a 4 meses por ano, desaparecendo sozinha, para retornar após períodos variados de tempo que podem chegar a anos, comumente nas mesmas épocas;
  • Às vezes deixa de se manifestar sem motivo aparente; pode também surgir como crônica.Enxaqueca:

    Assim como a cefaléia tensional episódica, é considerada uma dor de cabeça primária, porque não causa alterações estruturais no cérebro e não deixa seqüelas físicas. As mulheres são as principais vítimas desse mal de fundo genético, que piora com a atividade física e a movimentação da cabeça, o que faz com que a pessoa queira ficar em repouso (saiba mais sobre enxaqueca).
    Em momentos de crise, geralmente provoca os seguintes sintomas:
  • A dor começa leve e vai aumentando. Durante as crises, dificilmente se consegue continuar as atividades normais do dia-a-dia. A enxaqueca vem acompanhada de enjôo e sensibilidade à luz.
  • É pulsátil ou latejante (podendo ser em pressão ou aperto) nas regiões frontais da cabeça e da têmpora;
  • Atinge mais um dos lados da cabeça (em 40% dos pacientes é dos dois lados); 
  • A dor piora com esforços ou atividades físicas;
  • As crises duram em média de 4 a 72 horas quando não são tratadas ou o são de forma ineficaz e geralmente terminam de forma gradual .

    Dores secundárias:
    A dor de cabeça também pode ser sintoma de alguma doença grave, como tumores e meningite, por exemplo (veja no quadro ao lado). Nesses casos, a recomendação é procurar um médico imediatamente.

    Dor causada por problemas de visão:
    Costuma se apresentar como um "peso" sobre os olhos, e se caracteriza por aumentar no final do dia.

    Dor causada pela sinusite:
    Aparece junto com outros sintomas, como vias respiratórias congestionadas (especialmente o nariz) e febre.

    Dor causada por inflamação do trigêmeo:
    Uma das dores causadas pela infamação do nervo trigêmeo é a cefaléia em salvas, que atinge principalmente os homens. Uma de suas características é a de aumentar com o repouso, o que faz com que o doente fique agitado com a intensidade da dor.

    Dor causada por hipertensão:
    Concentra-se mais na nuca. Deve ser observada com muita atenção, pois a hipertensão pode causar acidentes vasculares cerebrais (derrames).
    Fontes: Carla Jevouex, neurologista