sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Câncer de Médula
Tumor de medula espinal são semelhantes àqueles do cérebro, pois contém um tecido semelhante ao tecido cerebral.No entanto esses tumores se desenvolvem menos frequentemente na medula espinal do que no cérebro.A maior parte dos tumores que se encontram na medula espinal são devido a câncer em outras partes do corpo que metastizou para a médula espinal.
A dor é um dos principais sintomas da metastase dentro das vértebras antes da compressão da Medula Espinal. O quadro clínico na compressão de medula se torna mais exuberante com forte perda de sensibilidade e dificuldade para movimentar braços e pernas e em alguma ocasião perda da sensibilidade de um lado e perda de mobilidade do outro lado.
Tanto um exame clínico cuidadoso quanto radiológico da região afetada são necessários para diagnóstico de tumor espinal.
E exame do liquido espinal pode ser necessário para confirmar o confirmar o diagnóstico.O rápido iped loucura 4 pode prevenir ou prevenir ou melhorar os sintomas ocasionados por tumores espinais radioterapia e drogas antitumorais podem ser usadas junto com cirurgia.
Reabilitação e outros serviços
Após o tratamento, o paciente deve continuar o segmento médico, de modo regular,se a reabilitação necessária seu médico a recomendará.
Após o tratamento, o paciente deve continuar o segmento médico, de modo regular,se a reabilitação necessária seu médico a recomendará.
A equipe hospitalar assim como outras organizações na comunidade estão disponíveis para oferecer diferentes tipos de ajuda.
O Departamento de Serviço Social do Hospital poderá indicar organizações locais que possam oferecer auxílio a pacientes de câncer e seus familiares.
Muitas organizações de serviços incluem suporte financeiro, transportes ao hospital, grupo de discussão de problemas, assim como outros serviços. Além disto, o serviço de informaçoes do cancer é um sistema telefônico gratuito que fornece informaçoe sobre o que fornece informações sobre o câncer, problemas relacionados ao câncer, orientação para familiares e indicação de profissionais de saúde.
Podemos citar a Associação de Apoio a Criança com Câncer em São Paulo que poderá dar todo apoio necessário.(011)5084-5434.
Aspectos emocionais
Aspectos emocionais
Você pode experimentar diferentes reações emocionais quando o câncer for diagnosticado. Por que eu? É a pergunta que todo paciente faz ,está é a (primeira) reação normal frente ao diagnóstico de câncer. Você também pode ter períodos de ansiedade e depressão.Você pode experimentar essas sensações antes que o diagnóstico seja aceito e você aprenda a conviver com isso. Conversar com seu médico, outros profissionais de saúde, seus familiares e mesmo outros pacientes de Câncer pode dar um suporte emocional durante e após o tratamento.O médico por conhecer sua situação clínica, é a melhor pessoa para responder suas questões. Fazer uma lista de perguntas poderá ajuda-lo a se lembrar de todas as questões que lhe interessam.
Você deve se assegurar de que seu médico e outros profissionais de saúde oferecerão o melhor tratamento que a medicina pode oferecer. Você e sua família podem lidar melhor com o stress emocional do câncer discutindo seus problemas abertamente com seu médico,mas você poder precisar de ajuda e deve se sentir a vontade para procurar por um aconselhamento específico de seus problemas se estiverem muito difíceis.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Casados porém solitários
Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho: se um cair, o outro levanta o seu companheiro. Mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá quem o levante. Também se dois dormirem juntos, eles se aquentarão. Mas um só como se aquentará? Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão. O cordão de três dobras não se quebra tão depressa' (Eclesiastes 4: 9-12).
O texto que abre a nossa reflexão foi escrito por Salomão, filho do rei Davi, e que foi considerado o homem mais sábio de todos os tempos. A passagem serve-nos de exemplo, quando vemos Salomão nos falar de um relacionamento consistente entre duas pessoas, com alvos e propósitos definidos. Mas quando olho para o texto me pergunto: por que ele não é realidade na vida de muitos casais? O que estamos presenciando em nossos dias é, infelizmente, o oposto dessas palavras proferidas por Salomão.
Veja bem que o texto eclesiástico mostra ao homem a importância que tem o casamento em sua vida: “melhor é serem dois do que um”. O valor do matrimônio e a constituição de uma nova família estão expressos em todas as letras e devem ser o alvo primeiro de todo cristão. E por quê? Porque juntos resistirão aos dias maus, às gigantescas ondas que se alevantam, às tempestades horrendas e à solidão. Porém é impressionante como, mesmo depois de casados, muitos casais vivem solitários dentro de um mesmo universo e passam, individualmente, a querer lutar contra os obstáculos do dia-a-dia e a buscar os seus próprios interesses.
As casas de muitos casais se tornaram como as grandes metrópoles brasileiras: povoadas, porém, focos de grande solidão. São pessoas que vivem debaixo do mesmo teto, fazem as suas refeições juntas, dormem lado a lado na mesma cama, fazem sexo quase que diariamente, caminham de mãos dadas, entretanto, mantêm uma distância emocional, espiritual e íntima enormes. Conversam, mas não se comunicam. Moram juntas, mas ainda não constituíram o verdadeiro lar. E esse paradoxo tem refletido negativamente na vida de muitos solteiros, que dizem: “se muitos casados vivem solitários, então é melhor me sentir solitário sozinho”. Alguém já escreveu que a pior solidão é a que se manifesta entre duas pessoas.
Creio, como conselheiro familiar, que o casamento foi o antídoto criado por DEUS para combater a solidão: “Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma adjutora que lhe corresponda” (Gênesis 2:18). O objetivo de DEUS, como vimos, é não tornar o homem solitário. Então vamos aqui levantar alguns fatores porque isso acontece em muitos casamentos hoje em dia e, também, “receitar alguns remédios” para combater esse vírus, que tem destruído casamentos.
1) Idéia errada de casamento – muitas pessoas nutrem o desejo de se casar, crendo, infelizmente, que o casamento é uma etapa da vida isenta de tribulações e dificuldades. Quando eu era menor ouvia muito dizer que “casar é viver um mar de rosas”. Essa ideia equivocada de casamento é frustrada quando fortes obstáculos surgem na vida do casal, o qual, por não ter construído antes uma base conceitual real do matrimônio, logo deseja “pendurar as chuteiras”. Observe o versículo: “as muitas águas não poderiam apagar esse amor nem os rios afogá-lo (...)” (Cantares 8:7). “Não poderiam...”, ou seja, podem, sim, abalar o amor. A responsável por oferecer essa base aos jovens namorados e noivos é a própria igreja, o ministério de família. Mas, infelizmente, em muitas denominações o tema família está em segundo e terceiro planos, ofuscando a importância do tema para a vida espiritual do cristão. Casamento, consciente das dificuldades e do interesse de um ajudar o outro, é maravilhoso; mas não é um mar de rosas. Os noivos precisam ser bem preparados com relação ao que vão enfrentar adiante; antes de tomarem uma decisão que será única em suas vidas. Precisam saber, por exemplo, que casamento não é apenas energia sexual depositada e que só a morte pode destituí-lo. Muitos querem se casar achando que, se não der certo, poderão buscar o caminho da separação e do divórcio como alternativa, e se casarem de novo com outra pessoa. Um casamento pressupõe agora compromisso com as coisas do mundo. Por essa razão, o apóstolo Paulo escreveu: “de sorte que o que a dá em casamento faz bem, mas o que não a dá em casamento faz melhor ainda” (1 Coríntios 7:38). Costumo dizer que o casamento é a fase da vida mais bombardeada pelo diabo. Destruir as famílias é a meta primeira do inimigo de nossas almas. Quando ele quebra o alicerce familiar, toda uma estrutura vem abaixo, afetando pais, filhos, sociedade, igreja e gerações. Certa vez ao participar de um noivado, eu perguntei aos noivos: “hoje a referência espiritual que um tem do outro é a melhor possível. Mas os dois estão preparados para, por exemplo, suportarem a infidelidade conjugal durante o casamento?” Eu não quis levar uma ideia pessimista do matrimônio. Ao contrário, meu objetivo foi despertá-los para uma possível realidade.
2) O casal desconhece o papel de cada um no contexto familiar – como disse anteriormente, depois de casados, e depois da lua-de-mel, e depois dos primeiros meses, aí vem a realidade de uma maneira mais clara e decisiva sob as vistas, meio frustradas, do homem e da mulher. Cada qual procura resolver do seu jeito os problemas que vão surgindo. Algumas vezes até conseguem. Na maioria, entretanto, esses problemas vão se tornando uma “bola de neve” e se juntando a outros grandes problemas. As responsabilidades na vida do marido e da esposa se misturam. Um termina, inconscientemente, assumindo o papel do outro. E para não querer apresentar à igreja uma imagem de derrotados; de que o casamento fracassou, simplesmente se isolam em suas torres de marfim. São casados; são felizes, apenas na aparência. É uma vida de casados de hipocrisia, que, com certeza, não conseguirá ir muito longe. A Bíblia diz claramente que a esposa é a ajudadora do marido, e que este é o cabeça do lar, aquele que responde sabiamente pelas decisões finais. DEUS não casa pessoas e os entrega ao relento. DEUS é Pai zeloso: une e mostra todos os caminhos para a felicidade. Durante o casamento as duas principais ordenanças de DEUS são rompidas: a mulher em ser submissa ao seu marido; e o marido em amar a esposa como Cristo amou a sua igreja. Quebradas essas ordenanças, o casal parece não mais falar a mesma língua, vivem como adversários ou inimigos dentro de uma casa. Recordo-me de uma esposa que tudo que ia fazer em prol do casal perguntava ao marido antes se podia fazer. Ele, por outro lado, tratava-a como princesa. Essa união passou a ser referência na sociedade e se refletiu nos casamentos dos filhos. Cada qual se espelhou em seus pais, sabia bem o que deveria fazer, as responsabilidades de um e de outro, o respeito à Palavra de DEUS. O contrário dessa família também é verdade. Pais que não leem e não cumprem os conselhos de DEUS provavelmente sucumbirão ao fracasso e constituirão gerações também fracassadas.
3) A dificuldade de conviver com as necessidades do outro – cada pessoa possui necessidades emocionais, pessoais (profissionais, sexuais etc.) e espirituais. Mas DEUS planejou para que todas essas necessidades fossem supridas dentro de um contexto familiar. Quando um casal resolve se casar, dificilmente, pensa nas necessidades um do outro, ainda menos, em como supri-las, resultando numa infidelidade. Então, surge, na história do casal, uma “terceira pessoa”, que não necessariamente é um homem ou uma mulher, mas a busca incessante por um projeto pessoal, uma carreira, um sonho etc. Ambos começam a lutar pelos seus sonhos de maneira individual, egoísta, e se afastam imperceptivelmente do sentido da unidade familiar. Muitos dos casos que tenho recebido em palestras e em atendimentos se referem à área sexual. Mas também já vi até filhos se tornarem o motivo desse distanciamento. Alguns vínculos precisam ser construídos durante o casamento: vínculo do respeito, da confiança, do amor e da intimidade. Se algum desses vínculos foi quebrado, precisa urgentemente ser refeito. Não é verdade que, quando se quebra uma vez o vínculo da confiança, é impossível tê-lo outra vez. Com um pouco de esforço, interesse e determinação, é possível, sim, confiar outra vez. A humildade é o ponto de partida disso. Se você ainda tem a possibilidade de refazer os vínculos com o seu cônjuge, não perca mais tempo. Chame-o para uma conversa, seja amável, humilde, diga que está disposta ou disposto em construir uma nova história, deixando as coisas erradas do passado para trás, antes que os problemas se tornem maiores e resultem em uma separação.
Bem, levantei apenas alguns fatores. Vejamos agora alguns conselhos:
1) Nunca perca o sentido da unidade familiar. Embora seja natural que cada um tenha os seus próprios sonhos, mas estes não podem ser um fator desagregador do casal. Eles devem ser partilhados e correspondidos mutuamente;
2)O casal deve participar sempre que puder de congressos e encontros destinados à família. É uma maneira de reciclar, de inovar. A leitura de bons livros da área também ajuda bastante. Deve também passear, viajar, estar juntos em outras circunstâncias.
3)Pense que sempre há solução para os problemas. Algumas vezes as dificuldades se tornam eternas porque não sabemos como lidar com elas. Então, aqui, deixo como alternativas o diálogo, a cumplicidade, a dedicação, a paciência, a amizade e, enfim, o maior de todos, o verdadeiro Amor.
Muitas pessoas dizem que a família é a prioridade maior de suas vidas, mas quando olho para as suas agendas, vejo o quanto isso não é verdade. Há tempo e espaço para tudo, menos para o essencial. Muitos estão correndo atrás do sucesso financeiro e estão com sua família à beira do abismo. A vida familiar tornou-se uma rotina; e DEUS Aquele a quem se busca esporadicamente nos cultos aos domingos, quando se vai. É por isso que o maior companheiro não é o outro, mas a solidão. Sem DEUS o casal não pode chegar a lugar algum. Daí a razão de, no texto de abertura de nosso estudo, o autor falar em um cordão de três dobras, ou seja, a presença de JESUS na vida do casal. A terceira dobra é JESUS solidificando a relação a três. Onde JESUS está não há cordão que se arrebente nem lar que viva em solidão. Ainda que o casal tenha toda a instrução da ciência; dos homens; sem JESUS de nada adianta. Veja o que escreveu o apóstolo Paulo: “Agora permanecem estes três: a fé, a esperança e o amor, mas o maior destes é o amor” (1 Coríntios 13:13). Que DEUS nos abençoe!
O texto que abre a nossa reflexão foi escrito por Salomão, filho do rei Davi, e que foi considerado o homem mais sábio de todos os tempos. A passagem serve-nos de exemplo, quando vemos Salomão nos falar de um relacionamento consistente entre duas pessoas, com alvos e propósitos definidos. Mas quando olho para o texto me pergunto: por que ele não é realidade na vida de muitos casais? O que estamos presenciando em nossos dias é, infelizmente, o oposto dessas palavras proferidas por Salomão.
Veja bem que o texto eclesiástico mostra ao homem a importância que tem o casamento em sua vida: “melhor é serem dois do que um”. O valor do matrimônio e a constituição de uma nova família estão expressos em todas as letras e devem ser o alvo primeiro de todo cristão. E por quê? Porque juntos resistirão aos dias maus, às gigantescas ondas que se alevantam, às tempestades horrendas e à solidão. Porém é impressionante como, mesmo depois de casados, muitos casais vivem solitários dentro de um mesmo universo e passam, individualmente, a querer lutar contra os obstáculos do dia-a-dia e a buscar os seus próprios interesses.
As casas de muitos casais se tornaram como as grandes metrópoles brasileiras: povoadas, porém, focos de grande solidão. São pessoas que vivem debaixo do mesmo teto, fazem as suas refeições juntas, dormem lado a lado na mesma cama, fazem sexo quase que diariamente, caminham de mãos dadas, entretanto, mantêm uma distância emocional, espiritual e íntima enormes. Conversam, mas não se comunicam. Moram juntas, mas ainda não constituíram o verdadeiro lar. E esse paradoxo tem refletido negativamente na vida de muitos solteiros, que dizem: “se muitos casados vivem solitários, então é melhor me sentir solitário sozinho”. Alguém já escreveu que a pior solidão é a que se manifesta entre duas pessoas.
Creio, como conselheiro familiar, que o casamento foi o antídoto criado por DEUS para combater a solidão: “Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma adjutora que lhe corresponda” (Gênesis 2:18). O objetivo de DEUS, como vimos, é não tornar o homem solitário. Então vamos aqui levantar alguns fatores porque isso acontece em muitos casamentos hoje em dia e, também, “receitar alguns remédios” para combater esse vírus, que tem destruído casamentos.
1) Idéia errada de casamento – muitas pessoas nutrem o desejo de se casar, crendo, infelizmente, que o casamento é uma etapa da vida isenta de tribulações e dificuldades. Quando eu era menor ouvia muito dizer que “casar é viver um mar de rosas”. Essa ideia equivocada de casamento é frustrada quando fortes obstáculos surgem na vida do casal, o qual, por não ter construído antes uma base conceitual real do matrimônio, logo deseja “pendurar as chuteiras”. Observe o versículo: “as muitas águas não poderiam apagar esse amor nem os rios afogá-lo (...)” (Cantares 8:7). “Não poderiam...”, ou seja, podem, sim, abalar o amor. A responsável por oferecer essa base aos jovens namorados e noivos é a própria igreja, o ministério de família. Mas, infelizmente, em muitas denominações o tema família está em segundo e terceiro planos, ofuscando a importância do tema para a vida espiritual do cristão. Casamento, consciente das dificuldades e do interesse de um ajudar o outro, é maravilhoso; mas não é um mar de rosas. Os noivos precisam ser bem preparados com relação ao que vão enfrentar adiante; antes de tomarem uma decisão que será única em suas vidas. Precisam saber, por exemplo, que casamento não é apenas energia sexual depositada e que só a morte pode destituí-lo. Muitos querem se casar achando que, se não der certo, poderão buscar o caminho da separação e do divórcio como alternativa, e se casarem de novo com outra pessoa. Um casamento pressupõe agora compromisso com as coisas do mundo. Por essa razão, o apóstolo Paulo escreveu: “de sorte que o que a dá em casamento faz bem, mas o que não a dá em casamento faz melhor ainda” (1 Coríntios 7:38). Costumo dizer que o casamento é a fase da vida mais bombardeada pelo diabo. Destruir as famílias é a meta primeira do inimigo de nossas almas. Quando ele quebra o alicerce familiar, toda uma estrutura vem abaixo, afetando pais, filhos, sociedade, igreja e gerações. Certa vez ao participar de um noivado, eu perguntei aos noivos: “hoje a referência espiritual que um tem do outro é a melhor possível. Mas os dois estão preparados para, por exemplo, suportarem a infidelidade conjugal durante o casamento?” Eu não quis levar uma ideia pessimista do matrimônio. Ao contrário, meu objetivo foi despertá-los para uma possível realidade.
2) O casal desconhece o papel de cada um no contexto familiar – como disse anteriormente, depois de casados, e depois da lua-de-mel, e depois dos primeiros meses, aí vem a realidade de uma maneira mais clara e decisiva sob as vistas, meio frustradas, do homem e da mulher. Cada qual procura resolver do seu jeito os problemas que vão surgindo. Algumas vezes até conseguem. Na maioria, entretanto, esses problemas vão se tornando uma “bola de neve” e se juntando a outros grandes problemas. As responsabilidades na vida do marido e da esposa se misturam. Um termina, inconscientemente, assumindo o papel do outro. E para não querer apresentar à igreja uma imagem de derrotados; de que o casamento fracassou, simplesmente se isolam em suas torres de marfim. São casados; são felizes, apenas na aparência. É uma vida de casados de hipocrisia, que, com certeza, não conseguirá ir muito longe. A Bíblia diz claramente que a esposa é a ajudadora do marido, e que este é o cabeça do lar, aquele que responde sabiamente pelas decisões finais. DEUS não casa pessoas e os entrega ao relento. DEUS é Pai zeloso: une e mostra todos os caminhos para a felicidade. Durante o casamento as duas principais ordenanças de DEUS são rompidas: a mulher em ser submissa ao seu marido; e o marido em amar a esposa como Cristo amou a sua igreja. Quebradas essas ordenanças, o casal parece não mais falar a mesma língua, vivem como adversários ou inimigos dentro de uma casa. Recordo-me de uma esposa que tudo que ia fazer em prol do casal perguntava ao marido antes se podia fazer. Ele, por outro lado, tratava-a como princesa. Essa união passou a ser referência na sociedade e se refletiu nos casamentos dos filhos. Cada qual se espelhou em seus pais, sabia bem o que deveria fazer, as responsabilidades de um e de outro, o respeito à Palavra de DEUS. O contrário dessa família também é verdade. Pais que não leem e não cumprem os conselhos de DEUS provavelmente sucumbirão ao fracasso e constituirão gerações também fracassadas.
3) A dificuldade de conviver com as necessidades do outro – cada pessoa possui necessidades emocionais, pessoais (profissionais, sexuais etc.) e espirituais. Mas DEUS planejou para que todas essas necessidades fossem supridas dentro de um contexto familiar. Quando um casal resolve se casar, dificilmente, pensa nas necessidades um do outro, ainda menos, em como supri-las, resultando numa infidelidade. Então, surge, na história do casal, uma “terceira pessoa”, que não necessariamente é um homem ou uma mulher, mas a busca incessante por um projeto pessoal, uma carreira, um sonho etc. Ambos começam a lutar pelos seus sonhos de maneira individual, egoísta, e se afastam imperceptivelmente do sentido da unidade familiar. Muitos dos casos que tenho recebido em palestras e em atendimentos se referem à área sexual. Mas também já vi até filhos se tornarem o motivo desse distanciamento. Alguns vínculos precisam ser construídos durante o casamento: vínculo do respeito, da confiança, do amor e da intimidade. Se algum desses vínculos foi quebrado, precisa urgentemente ser refeito. Não é verdade que, quando se quebra uma vez o vínculo da confiança, é impossível tê-lo outra vez. Com um pouco de esforço, interesse e determinação, é possível, sim, confiar outra vez. A humildade é o ponto de partida disso. Se você ainda tem a possibilidade de refazer os vínculos com o seu cônjuge, não perca mais tempo. Chame-o para uma conversa, seja amável, humilde, diga que está disposta ou disposto em construir uma nova história, deixando as coisas erradas do passado para trás, antes que os problemas se tornem maiores e resultem em uma separação.
Bem, levantei apenas alguns fatores. Vejamos agora alguns conselhos:
1) Nunca perca o sentido da unidade familiar. Embora seja natural que cada um tenha os seus próprios sonhos, mas estes não podem ser um fator desagregador do casal. Eles devem ser partilhados e correspondidos mutuamente;
2)O casal deve participar sempre que puder de congressos e encontros destinados à família. É uma maneira de reciclar, de inovar. A leitura de bons livros da área também ajuda bastante. Deve também passear, viajar, estar juntos em outras circunstâncias.
3)Pense que sempre há solução para os problemas. Algumas vezes as dificuldades se tornam eternas porque não sabemos como lidar com elas. Então, aqui, deixo como alternativas o diálogo, a cumplicidade, a dedicação, a paciência, a amizade e, enfim, o maior de todos, o verdadeiro Amor.
Muitas pessoas dizem que a família é a prioridade maior de suas vidas, mas quando olho para as suas agendas, vejo o quanto isso não é verdade. Há tempo e espaço para tudo, menos para o essencial. Muitos estão correndo atrás do sucesso financeiro e estão com sua família à beira do abismo. A vida familiar tornou-se uma rotina; e DEUS Aquele a quem se busca esporadicamente nos cultos aos domingos, quando se vai. É por isso que o maior companheiro não é o outro, mas a solidão. Sem DEUS o casal não pode chegar a lugar algum. Daí a razão de, no texto de abertura de nosso estudo, o autor falar em um cordão de três dobras, ou seja, a presença de JESUS na vida do casal. A terceira dobra é JESUS solidificando a relação a três. Onde JESUS está não há cordão que se arrebente nem lar que viva em solidão. Ainda que o casal tenha toda a instrução da ciência; dos homens; sem JESUS de nada adianta. Veja o que escreveu o apóstolo Paulo: “Agora permanecem estes três: a fé, a esperança e o amor, mas o maior destes é o amor” (1 Coríntios 13:13). Que DEUS nos abençoe!
http://www.midiagospel.com.br/familia/terapia-conjugal/casados-porem-solitarios.html
Paõ Caseiro nota 10
Pão caseiro nota 10
Enfie o dedo no pão em descanso até ele ficar todo coberto de massa e retire-o. Se após dois minutos o buraco permanecer, a massa já cresceu.
Coloque a quantidade exata de sal indicada na receita. Em excesso, o fermento não agirá. Se colocar pouco sal, o pão ficará ressecado e sem sabor.
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Feijão Maravilha
Feijão maravilha
Para engrossar o caldo, retire uma concha do feijão cozido e amasse os grãos. Retorne à panela e deixe no fogo por mais alguns minutos.
Quer que ele cozinhe rapidamente, mantendo a cor e a textura? Então ferva os grãos por cinco minutos em água abundante, troque a água e termine o cozimento.
Acrescente o sal apenas no fim, para ele ficar macio.
BOM APETITE
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Bolo fofo a qualquer hora
Verifique se você tem todos os ingredientes, acenda o forno e unte a forma. O bolo cresce melhor se assado logo após o preparo da massa. Use os ingredientes em temperatura ambiente, nunca gelados.
Bata as claras até que fiquem firmes, mas não passe do ponto, pois a massa pode ressecar.
Se a receita pedir para alternar ingredientes secos e líquidos, comece e acabe pela farinha.
Não guarde o fermento na geladeira, porque mudanças de temperatura tendem a alterar seu sabor e textura. Para verificar se ele está bom, coloque um pouquinho de fermento em um copo de água em temperatura ambiente. Se o pó borbulhar como um efervescente, significa que ainda pode ser usado.
. Bolos de chocolate ganham um tom avermelhado se você acrescentar uma pitada de bicarbonato de sódio durante o preparo.
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Arroz soltinho
Quantas vezes você já sentiu vontade de saborear uma comidinha caseira, mas acabou desistindo de prepará-la por medo de errar? Está na hora de deixar esse receio de lado e arriscar. Se o prato não ficar exatamente como você queria, não desista! Releia a receita, encontre o erro e tente novamente - de preferência quando não estiver com pressa. Como tudo na vida.
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Arroz mais soltinho
1. Use água quente no preparo, pois a fria retarda o cozimento.
2. Adicione algumas gotas de suco de limão para que o arroz fique leve e solto.
3. O tipo agulhinha pede duas partes de água para cada parte de arroz.
4. Para que a água não transborde da panela, adicione um pedacinho de manteiga ao cozimento.
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Nem toda saia e todo vestido e modesto e para mulheres cristas
Oi pessoal faz tempo que não apareco por aqui.. Mas hoje resolvi dar o ar da Graca.. Sou evangelica desde os 13 anos e hoje com 54 anos.. Fi...
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Sou muito grata a Deus por tudo que sou, por tudo que ele tem feito na minha vida. Me envolvi com musica muito cedo dentro da igreja. ...
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